Blog do Bruno Camurati

Palavras despretensiosas de um músico sincero

Inverno?

June26

Olha o dia de inverno que fez hoje… Sol lindo, água morna, banco de areia… quem pode não amar o Rio?

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Saudades!

June25

Olá, pessoal. Depois de tempos, estou de volta! Em breve, novidades!

Conversa de todo dia hoje em dia

April25

Oi! E ai?
É pois é… Verdade, faz tempo… Realmente, é que não tem dado tempo… E vc, como tá? Poxa, ótimo!

Então, tá lá no João Caetano, de 5a a domingo… É, é ótima sim… To adorando fazer… Até 30/05 só… Vai sim! Me avisa!

O CD… então… tá quase quase… tá lindo, né… falta agora dinheiro pra masterizar e fabricar… é, bastante dinheiro… É, eu sei, vai dar certo… To confiando… Aviso sim, assim que estiver pronto…

No mais, trabalhando em casa… tentando arrumar esse diacho de dinheiro pra vida seguir… É… claro! Mas tá legal. heheh é, eu sei que se vc tivesse, ajudaria! Mas as orações e a torcida já bastam!

To feliz, claro! Preocupado, mas feliz… É, pois é… Que bom, obrigado! Isso é importante! Vc sempre torceu, ne? :)

Também te adoro, não some! … tá bom!

Abraços!

Leva um tempo

April7

Era no tempo do rei!

March15

Eis toda a equipe e elenco da peça! Um orgulho! O primeiro fim de semana foi um sucesso! E você, vai quando?

Tempo de ensaios

March3

Tem sido maravilhoso. Cansa, mas a gente se diverte!

Vejam o Flickr: http://www.flickr.com/photos/brunocamurati/sets/72157623427035141/

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ERA NO TEMPO DO REI

February27

(Em cima: a diretora musical Délia Fischer; Alice Borges; André Dias; a escritora Julia Romeu; Thadeu Aguiar; o autor do livro, Ruy Castro e sua mulher, a escritora Heloisa Seixas; Léo Jaime; Izabella Bicalho; Luis Nicolau; Rogério Freiras. Embaixo: o diretor do espetáculo, João Fonseca; os meninos Christian Coelho e Renan Ribeiro; Soraya Ravenle; e o figurinista Nei Madeira)

ROMANCE DE RUY CASTRO SOBRE A CORTE NO BRASIL VIRA COMÉDIA MUSICAL COM 19 CANÇÕES INÉDITAS DE CARLOS LYRA E ALDIR BLANC

Dirigido por João Fonseca, ‘Era no tempo do rei’ estreia 12 de março no Teatro João Caetano


Em seu último romance, Era No Tempo do Rei, de 2007, o jornalista e escritor Ruy Castro entregou-se ao desafio, bem sucedido, de recriar livremente – e de forma bem humorada - a história da Corte portuguesa no Rio. Desobrigado de reproduzir com fidelidade fatos reais, ele solta um príncipe D. Pedro (o futuro D. Pedro I), ainda garoto, pelas ruas do Centro do Rio, em meio a uma trama cheia de intrigas palacianas e de figuras lendárias como a princesa Carlota Joaquina, o príncipe regente Dom João (futuro D. João VI) e a rainha Dona Maria, a Louca. Tudo isso em pleno Carnaval de 1810. A partir de 12 de março, estes mesmos personagens saltam das páginas do romance e ganham vida no palco do Teatro João Caetano, no musical homônimo dirigido por João Fonseca e embalado por 19 canções inéditas de Carlos Lyra e Aldir Blanc. Com roteiro de Heloisa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo tem produção da Tema Eventos e um elenco com 17 atores, encabeçado por Soraya Ravenle, André Dias, Tadeu Aguiar e Izabella Bicalho, além de Léo Jaime, que interpreta Dom João.

Narrado por Dona Maria, a Louca (Alice Borges), ‘Era no tempo do rei’ flagra as peripécias dos adolescentes Pedro (Christian Coelho) e Leonardo (Renan Ribeiro) – personagem emprestado do clássico Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antonio de Almeida –, tendo como pano de fundo a Corte portuguesa logo após a sua chegada ao Rio. A amizade entre os dois surge nas ruas da nova sede do Reino, quando o jovem príncipe sai do Paço Imperial (atual Praça XV) e se aventura pela cidade. Personagens reais e imaginários vivem situações históricas ou nascidas da mente de Ruy Castro. “O espetáculo é uma comédia musical, com toques farsescos, mas mantém um contato com a realidade, na medida em que retrata um momento da história que realmente aconteceu”, explica Heloisa Seixas.

A trama apresenta um golpe armado por Carlota Joaquina (Izabella Bicalho) para destituir Dom João (Léo Jaime) do trono. Para a empreitada, ela conta com o auxílio do diplomata inglês Jeremy Blood (Tadeu Aguiar), seu amante. Em um Rio onde a realidade e ficção se misturam, passeiam ainda figuras como o Major Vidigal (Luis Nicolau), o malvado pilantra Calvoso (André Dias) e a prostituta Bárbara dos Prazeres (Soraya Ravenle), personagem que existiu de verdade e, na trama, é mostrada como ex-amante do príncipe Dom João. Tanto na peça quanto na vida real, Bárbara chegou ao Rio em 1790 e matou o marido para viver com um mulato carioca, que ela também matou. Dali, tornou-se prostituta no Beco do Telles e, reza a lenda, sacrificava criancinhas para alcançar a juventude eterna.



Em parceria com Julia Romeu, Heloisa (que é casada com Ruy Castro) mergulhou no livro para fazer a adaptação teatral. “Obviamente fizemos cortes, mas conseguimos manter o espírito, a graça e a safadeza da obra original”, explica Heloisa. “A transferência de um veículo para outro é sempre uma recriação. Além disso, no caso do teatro - e mais ainda do teatro musical - tudo é, de certa forma, o resultado de uma criação coletiva, já que milhões de fatores entram em jogo. Os autores das canções, o diretor, o arranjador e até os atores participam do processo de criação”, acrescenta Julia.

João Fonseca e todo o elenco também estudaram a obra original antes de se debruçar efetivamente sobre o libreto. “Mergulhei no livro, que traça um rico painel dos costumes e tradições do Brasil Império, o que muito me auxiliou na concepção do espetáculo. Sigo o original e faço uma releitura fabulesca e divertida da época”, afirma.

A peça traz 19 canções inéditas de Carlos Lyra e Aldir Blanc, compostas especialmente para o espetáculo. Na realidade, Lyra foi o autor da ideia de fazer a versão musical do romance. “Carlinhos leu Era no tempo do rei e sugeriu para o Ruy que o livro daria um grande musical”, revela Heloisa Seixas. “Os dois pensaram imediatamente no Aldir Blanc para fazer as letras das músicas, já que ele, além de ser um cronista do Rio, é grande fã de Memórias de um sargento de milícias, de onde Ruy ‘pediu emprestado’ o Leonardo, o Vidigal e a época. E depois nos chamaram para escrever o libreto”.

O diretor teve dois meses para montar o musical. ‘É uma loucura levantar uma produção desse porte em tempo tão curto”, diz João Fonseca. “Mas não me faltaram estímulos: a riqueza do texto, as lindas e complexas criações de Carlos Lyra e Aldir Blanc, a possibilidade de trabalhar com alguns dos maiores atores de musicais do país, além de conhecer esses dois jovens talentos, o Renan e o Christian”. João Fonseca já assinou espetáculos como ‘Gota D´água’, ‘Escravas do amor’ e ‘A Falecida’, entre outros, além da premiada ‘Oui Oui, a França é aqui’, em cartaz.

Responsável pela direção musical, Délia Fischer (‘Beatles num céu de diamantes’) optou por uma formação com grande diversidade de instrumentos para a execução da música ao vivo: bateria, percussão, baixo acústico, violoncelo, violino, flauta, clarinete, clarone, saxofone, piano, teclado, violão, guitarra, bandolim e cavaquinho. “É uma reunião de vários ritmos brasileiros. Respeitei as indicações do Carlos Lyra, mas o musical é um processo vivo e algumas cenas têm vida própria e ganham sentido diferente do que a canção inicialmente propunha”, explica.  “Estou lidando com o que há de melhor na música popular brasileira, as composições são coisas de gênio. O espetáculo é instigante para o espectador, de extrema riqueza tanto nas letras quanto na parte melódica e harmônica”.

Um musical histórico dedica especial atenção ao vestuário e cenografia. Ney Madeira concebeu 55 figurinos especialmente para a montagem.  “Eles buscam o universo da fábula, uma vez que se trata da versão contada por D. Maria, cuja célebre loucura permite que carreguemos nas tintas da criação, subvertendo um pouco a estética vigente na época ou desfocando as personagens, que podem assumir, na aparência externa, as características enfatizadas no texto. A sensualidade tropical que permeia todo o texto é o viés que conduz a criação e está presente em todo o trabalho”, define. “D. Maria concentra o conceito da proposta. O figurino dela faz alusão a seus anos de glória, com traje inspirado no século XVIII, usando elementos típicos da indumentária do período, tais como “paniers” (estrutura metálica usada para armar as saias), espartilho e peruca branca”, finaliza.

A ficha técnica se complementa com Nello Marrese, que assina os cenários. “Fiz variações sobre o mesmo tema, em especial os casarios do Rio antigo, já que a ação se passa basicamente nas ruas da cidade, mas optei por não criar nada realístico”. O cenário é composto por nove painéis, além da reprodução dos Arcos da Lapa e do Arco do Telles. “Pensei em uma cidade construída através de pinturas e esboços dos grandes pintores da época, em especial Debret e Taunay, com a predominância do âmbar, castanho e dourado. E o piso do palco será todo de pé-de-moleque, esses grandes cascalhos que ainda podem ser vistos em algumas ruas do centro da cidade e no interior do Paço Imperial”.


SERVIÇO

‘Era no tempo do rei’, de Heloisa Seixas e Julia Romeu, baseado no livro de Ruy Castro
Local: Teatro João Caetano – Praça Tiradentes, s/nº
Telefone: 2332.9257
Estreia: 12 de março

Horários:
Quintas, às 19h,
Sextas e sábados, às 20h
Domingos, às 18h

Preços:

R$ 40,00 (plateia)
R$ 30,00 (balcão nobre e galeria)

Ficha técnica
Direção: João Fonseca
Bárbara - Soraya Ravenle
Dom João - Leo Jaime
Dona Carlota - Izabella Bicalho
Jeremy Blood –  Tadeu Aguiar
João Calvoso - André  Dias
Dona Maria –  Alice Borges
Major Vidigal - Luiz Nicolau
Leopoldo Espanca - Rogério Freitas

Apresentando:
Pedro - Christian Coelho
Leonardo - Renan Ribeiro

Coro: Ana Terra Blanco, Bruno Camurati, Darwin Del Fabro, Evelyn Castro, Flavia Santana, Jefferson Almeida e Raí Valadão

Direção Musical: Delia Fischer
Figurinos: Ney Madeira
Cenários: Nello Marrese

Informações para a imprensa:

Canivello Comunicação

Tels 2239.0835 / 2274.0131

Mario Canivello mario@canivello.com.br

Um novo tempo

January18

Eu vi se aproximando de longe. Sim, estava ali o tempo todo, mas neste último ano veio como um vento cada vez mais forte, desses que já não dá pra ignorar. Lembrei-me agora de um post que escrevi dia 8/12/08, pouco mais de um ano, falando do arrependimento de tomar uma decisão errada. Terminava falando que “a arte vem em primeiro lugar. Pro resto dá-se um jeito.”

Comecei 2009 anunciando que seria “o ano da arte”, e realmente foi. Fiz bastantes shows, cursos e oficinas de teatro, bombamos no Auto da Alegria. O CD está quase pronto. Digamos que em 2009 eu plantei, e em 2010 os frutos começam a aparecer.

Eu sempre respondi aos que perguntavam sobre conciliar minha profissão de designer e a alma de artista dizendo que “vou levando os 2 até chegar a hora em que não der mais”. Pois bem, sempre chega o dia.

A partir de agora, meus dias serão em casa, fazendo freelas de design (inclusive, estou aberto aquem quiser uma capa de CD, um site ou até um cartão de visita). Minhas tardes e noites serão ensaiando um musical chamado “Era no tempo do Rei”, que vai estreiar em março no João Caetano, cheio de feras no elenco e compositores muito bons. Foi uma oportunidade única que se abriu de fazer um grande musical, e não pude abrir mão.

Portanto, o trabalho de escritório vai ficar um pouco de lado, e o Bruno Camurati artista vai tomar conta, finalmente. Quem me conhece já sabia que essa hora ia chegar. Pois é: aqui está.

SURPRESA!

December23

Presente de Natal pra vcs, da banda DOM.

Dentro de mim mora uma canção

December14

Este é o título do livro escrito por Augusto Cézar, da banda DOM. É uma obra belíssima, que não só conta a trajetória de um menino que nasceu com uma deficiência física e teve que lidar com a diferença desde a infância, mas também fala muito ao músico católico sobre o serviço a Deus através da música.

Através das páginas do livro, podemos teste munhar o encontro com Deus, as graças e dificuldades de servir na missa, os desafios que o Senhor nos coloca no caminho. Acompanhamos também um pouco da história da banda DOM, desde seu início, de como a banda foi evoluindo, estruturando-se, acertando as arestas…  Sabemos ali como canções foram feitas, até como o próprio nome da banda foi criado. Testemunhamos as maravilhas do casamento, o apoio da família e dos amigos, e percebemos que a vida do Augusto passa por coisas iguais às nossas, e ele a percorre com grande fé e confiança dócil a Deus.

O que pra mim a princípio seria uma biografia simples sobre um artista, acabou se mostrando como uma grande lição de vida para qualquer músico católico que sonhe em ter seu ministério, que parta para a evangelização na paróquia ou através de CDs e shows. Augusto nos ensina a vigiar, orar e estudar sempre e mais nossa fé e nossos instrumentos, e o faz da forma mais sincera, mostrando suas fragilidades, erros e acertos. Algo que todos nós temos, e que por isso mesmo tocam tão profundo em nosso coração.

Se você é músico católico,  faz algum tipo de serviço, ou quer simplesmente quer ler um bom livro sobre um bom e fiel servo de Deus que venceu seus próprios obstáculos, não deixe de ler!

COMPRE AQUI, ou se você for do Rio de Janeiro, peça direto por email ao Augusto (tiogutao@gmail.com).

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