Show da Outrabanda, 27/11


Esta música traduz bem a ideia que quero passar com o CD. A verdade e simplicidade de ser cristão. Que os católicos são pessoas iguais a todas as outras vc já sabe, teoricamente. Mas na prática sempre há o preconceito de quem está de fora, e mesmo uma auto-imagem errada às vezes. Feliz vem dizer da forma mais informal que religião não é sinônimo de sofrimento ou rigidez. É liberdade e felicidade na fé que depositamos em Deus.
Serginho, meu novo responsável pela agenda e toda parte de organização (algo que eu tenho talento zero pra fazer) filmou, mas o som não está tão bom. Abaixo segue a letra.
Quem disse que eu sofro?
Por acaso no meu rosto ha sinal de dor?
Quem disse que eu vivo entre espinhos,
Sobre o milho, de joelhos, quem falou?
Ah, eu sou feliz.
Você já me viu trancado, enclausurado?
Um deslocado social?
Acha que não saio e me distraio, só caio pelos cantos.. já pensou? Ah, eu sou feliz
Nem tão louco nem tão estranho
Sou igual a você
Tenho a fé que me faz assim.
Feliz como quem sabe o que é o Amor
Feliz pois sou amado como eu sou
Feliz do jeito que meu Deus sonhou
Quem disse, quem insiste em dizer
Que não tenho opinião?
Que sou mal amado ou um complexado, pobre coitado. Não senhor.
Eu sou feliz
Nem tão louco nem tão estranho
Sou igual a você
Tenho a fé que me faz assim.
Refrão
Sou homem, sou filho, sou irmão e namorado
Sou forte, e também fraco, não desisto
Trabalho, as vezes malho, as vezes saio as vezes me atrapalho tenho meus amigos pra contar
Eu sou de Deus e to do mundo Eu creio e não tenho bloqueios, nem ignorante eu sei bem quem sou
Não é fuga, é encontro, é meu maior encontro e meu grande amor
Refrão

Michael Jackson foi um ícone, um marco na música pop. De talento inegável, ótima voz e modelo de astro para todos os outros depois dele, Michael deixa um legado, mas poderia ter deixado muito mais.
Eu acredito que o cara sofria de uma séria vontade de ser criança novamente, de recuperar sua infância perdida, e por isso tenha trazido estranheza e escândalo para si. No fundo, não vejo um pedófilo, muito menos uma aberração, mas um homem com traumas que apenas sonhava em voltar a ser criança… Não sou psiquiatra, e nem sei se estou certo, mas sinto isso.
Michael estava preparando seu retorno, e merecia voltar. Reacender sua imagem, tornar a ser aclamado e admirado depois de tantos anos envolvido em tantas coisas. Todos queriam ver o que ele inventaria na música dessa vez. Infelizmente, talvez nunca saberemos.
Faço minha homenagem com uma música do próprio MJ, que cabe como uma luva branca neste momento.
Like A Comet
Blazing ‘Cross The Evening Sky
Gone Too Soon
Like A Rainbow
Fading In The Twinkling Of An Eye
Gone Too Soon
Shiny And Sparkly
And Splendidly Bright
Here One Day
Gone One Night
Like The Loss Of Sunlight
On A Cloudy Afternoon
Gone Too Soon
Like A Castle
Built Upon A Sandy Beach
Gone Too Soon
Like A Perfect Flower
That Is Just Beyond Your Reach
Gone Too Soon
Born To Amuse, To Inspire, To Delight
Here One Day
Gone One Night
Like A Sunset
Dying With The Rising Of The Moon
Gone Too Soon
Gone Too Soon
Este é um texto do John Mayer, que eu traduzi aqui pois achei muito bom!

Um dos pontos principais da minha abordagem sobre a composição hoje em dia é algo que passei a chamar de “composição conscinente”.
Composição consciente é compor não apenas mudanças de acordes, como por exemplo uma sequência de 4 acordes numa levada pop ou rock, mas também escrever pensadamente a letra e a melodia sobre ela. É o exato oposto de “entrar numa sala e fazer uma jam”. Claro, eu poderia juntar um baterista, um baixista, um órgão e um trio de vocais, mas sem o tempo gasto investigando letras, ideias, seleção de notas etc, tudo que vou conseguir (no máximo) é um groove que não alcança mais do que ideias muito básicas. Mesmo que eu consiga tranformá-la em algo sofisticado, ainda é porque eu estava pensando em uma composição consiente lá no início, mas só consegui gerar a ideia na hora da jam… Quando não há bastantes desses momentos conscientes de composição para se basear, a energia criativa de fazer música se perde.
Mesmo o ato de entrar no estúdio com um violão e um microfone e cantar e tocar até que saia algo que valha a pena, ainda não é consciente o bastante, porque minha mente ainda sabe que tem alguém operando a mesa desta gravação, e meu cérebro vai se voltar pra performance e certificar-se de que eu não cante ou toque nada vergonhoso. O trabalho tem que ser feito sozinho e bem antes.
Desfazer auto-consciencia e passar pra consciencia criativa tem sido e ainda é um processo muito intimidador. Não há nada novo nesta fórmula: o cara coloca todas suas forças em fazer música; a música o recompensa com tudo o que ele tem; o cara esquece como fazer música como ele fazia. No entanto, há uma forma de usar tudo que a música me deu para cavar ainda mais fundo que antes. Estou feliz por ter tido todos esses anos de experiência tocando violão e guitarra antes de fazer sucesso, e estou feliz que eu tenho os recursos para fazer o que for preciso para ficar focado no lugar que conheço tão bem.
É mais fácil terminar mais cedo seu dia e ir jantar, mas isso em nada ajuda a responder a pergunta: “e por que você está ocupando espaço aqui na Terra mesmo?”
Não digo que algum dia eu não passarei por uma menopausa musical, só não vai acontecer agora. Ser um compositor consicente me manterá relevante, e é nunca pensar que posso fazer um CD só entrando no estúdio e tocando que eu vou retribuir o que o sucesso me deu até hoje.

Na paróquia N. S. do Rosário de Fátima e Sto Antonio de Lisboa, Rua Bacairis, 390 - Taquara - Jacarepaguá
Espero vocês lá!
Uma letra de música para vocês comentarem. (a pedido da Déa)… rs
Lembra da primeira vez que eu te via
No espelho a alegria de ter te encontrado era real
E batia no meu peito uma esperança
Meu canto tinha enfim um texto e um pretexto pra sair
Podia então sorrir, a paz estava lá
Não fazia mal, só queria o bem
Lembra quando te jurei o meu amor com vontade de viver… lembra?
Lembra de quando te virei as costas
E zombei de tuas palavras
Hipocrisia era natural
É difícil desfazer-me da lembrança
Já não queria ser teu filho
Um brilho que eu mesmo apaguei
Deixei de te escutar, só ouvia minha voz
Me fazia mal, parecia bom
Lembra quando eu pisei no teu amor com vontade de morrer… lembra?
Lembra dos pecados, da vergonha, e do medo de te olhar?
Lembra a solidão, e o meu coração
Que ainda procurava em vão outra saída que não fosse teu perdão?
Lembra daquele jovem dedicado e que depois se viu jogado
Hoje uma história sem final
Ele pede chance pra recomeçar a andar
Meu canto em branco pede texto e um pretexto pra voltar
Sangrando mas de pé, em busca dessa paz
Ontem fica o mal, hoje quero o bem
Apaga o que fui e me refaz com amor
Me criaste por amor… lembra?

Um dos meus blogs preferidos de design, arte e decoração é definitivamente o Design*Sponge (www.designspongeonline.com), a começar pelo visual. O blog tem uma cara muito linda, muito bem construído e formatado.
Além disso, fala de coisas lindas e interessantes, em decoração, papelaria, artesanato e arte. Tem seções como Sneak peeks (onde visita com fotos casas lindamente decoradas), DYI - Do It Yourself (com dicas de coisas legais que você mesmo pode fazer) e até o otimo Before and After (Antes e depois de móveis, salas e objetos). Predomina um clima meio new-retrô, e traz sempre boas idéias. Uso muito como inspiração. Afinal, pra fazer coisas bonitas, é imprescindível ver coisas bonitas.

Grace Bonney, que comanda o site, começou uma série de vídeos muito interessante dentro do site, chamada Design by the book. Ali, Grace convida a 5 artistas de diferentes áreas de atuação — entre eles um escultor de vidros, uma artista de padrões e malhas e outra que trabalha com porcelana — para visitar a Biblioteca Pública de Nova York. Lá eles pesquisarão o grandioso acervo da biblioteca, e dali extrairão a inspiração pra um projeto.
Muito interessante ver como cada artista vai em busca de um determinado tema ou livro, e vai criando a partir dali. COnhecer o processo criativo, a pesquisa e a evolução do trabalho é fascinante, e mal podemos esperar pelo resultado final.
A série Design by the bookjá teve três episódios. No primeiro, trala um perfil dos artistas convidados. No segundo, mostra a visita à biblioteca e no terceiro já mostra eles trabalhando com base nas inspirações. A grande final será exibida na própria biblioteca, com uma grande festa e exposição das obras, mas creio que poderemos ver o vídeo online a partir do dia 6/02.
Para quem entende inglês, e gosta desse tema, é um prato cheio! Enjoy!
A série pode ser vista aqui:
http://www.designspongeonline.com/category/design-by-the-book
Quem não gosta de jogos? Sejam os tradicionais de tabuleiro, como xadrez ou dama, os jogos viciantes de computador ou a febre do momento, o tal Nintendo Wii, os jogos sempre estiveram ocupando o nosso tempo de lazer (e, em alguns casos, até podem ser flagrados durante as horas de trabalho! rs). E nada melhor que um blog para nos alimentar das novidades sobre esta paixão universal.
O meu amigo de trabalho, — e grande apaixonado por jogos —, o designer Raphael Aleixo juntou-se ao seu amigo Caetano Borges para criar o Loodo, um blog que pretende apresentar lançamentos, estudar e analisar todo tipo de jogos. O nome é uma brincadeira com a palavra Ludo (que, mais do que o nome do antigo jogo de tabuleiro, é uma palavra que vem do latim e é sinônimo de “jogo”).
O blog tem um visual excelente e muito divertido, fazendo menção a vários tipos de jogos, desde o menu que lembra o Jogo da Vida, aos ícones do Banco Imobiliário, Pacman e Mario. Nesta semana de estréia, o Loodo traz um especial sobre um dos mais populares jogos eletrônicos que completa 23 anos — o Tetris.

Aleixo e Caetano também pretendem se aventurar na criação de novos jogos, e já estréiam com uma versão um tanto controversa do Tetris, chamada Calabouço Tétrico.
Acessem o Loodo e divirtam-se!
Nesse 1 ano, escrevi muita coisa sobre muita coisa. Dando uma olhada no passado, percebi que acabei me concentrando em críticas, sejam elas de cinema, música ou TV. Tais críticas acabaram sendo os textos mais acessados do blog.
Percebo que os posts que ganham mais acesso são os que figuram personalidades requisitadas (Sandy e Junior, Maria Rita) e/ou que não tem muito conteúdo pela web (Diego Fernandes, Mercadão…). Como faltam artigos, eles acabam caindo aqui. Read the rest of this entry »